sábado, 12 de fevereiro de 2011

Nos quatro: eu e tu, tu e eu.




No sofá de sua casa Ryan escutando musica  olha para a estante e vê uma foto e diz:
- 10 anos, o tempo voa.
Todo começa na 4ª serie Ryan acaba de se muda para Copacabana e tudo é tão confuso e estranho ainda, um mês pra se adaptar a tudo, pouco tempo pra muita coisa. Um nerd, um estranho em uma cidade grande.
Primeiro dia de aula e como sempre o tímido Ryan incomodado com tudo, aquele não era seu mundo, todos eram estranhos, mas aquilo era familiar, a sensação de ser estranho era comum. Os professores procurando sempre serem gentil e educado com o novato, os alunos divididos em grupos e a gélida sensação de tudo ser mais frio do que normalmente é aquilo era comum a qualquer aluno novo.
Ali estava Ryan a um passo de sua nova vida escolar, a sala era grande devia ter uns 18 alunos, primeiro dia de aula todos voltando de férias ainda, a animação de contar as novidades para os amigos, é que pelo visto o único estranho naquele lugar era Ryan.
Hora do recreio e ainda meio analítico Ryan fica sozinho vendo o movimento no pátio alunos correndo de um lado pro outro, garotos reunidos jogando bola, meninas conversando, tudo bem normal tudo que sempre tem num colégio.
termina a aula termina o primeiro dia e aquilo era um alivio. O dia se estendeu como de costume num dia chato. Assim passou a semana à turma ainda incompleta e no pátio sempre a mesma coisa. As aulas começaram uma semana antes do carnaval então teve um recesso para a festa que parava o Rio. Ryan como todo ano foi pra casa de seus primos e ficou por lá até o fim do carnaval.
A semana começa e com ela a aula com preguiça Ryan levanta e começa a se arrumar para a aula e um pouco, mas corajoso vai pra escola. Quando entra na sala Ryan percebe que a turma amentou agora a turma estava completa tinha 28 alunos na sala. Ryan não tinha percebido, mas quando olhou na fila da mesa do professor estava ela, uma garota baixinha, cabelos compridos e negros, sorriso largo, um jeito todo meigo, a Andy junto com sua amiga Jay, conversando com todos a sua volta falando de suas férias e o carnaval, todos bem entrosados no papo. Ryan se sentou no seu lugar de costume e ficou pensando na menina a aula toda. No intervalo quando Ryan vai pro pátio a coisa mais estranha acontece uma menina de sua turma alta, meio marrenta, com o estilo voltado ao rock o puxa pelo braço e como se numa ordem fala que eles serão amigos.
Ryan diz: - Quem é você? E por que acha que vamos ser amigos?
A menina ainda eufórica se apresenta:
- Oi sou Sandy, sou da sua turma ou cabeça, e vamos ser amigos porque eu quero, acho que você é legal.
- Tá né, tu é louca sabia? – Diz Ryan
- é eu sei – Diz Sandy depois de uma longa risada.
Meio estranho o começo dessa amizade entre eles, mas foi sincera entre os dois. Sandy apresentou todos que conhecia para Ryan, incluindo a Andy. Envergonhado Ryan gaguejou ao se apresentar, mas tudo normal.
O ano letivo começou, Ryan foi se integrando a turma, e tudo ficou normal. Ryan brincava e falava com todos agora e era legal não se sentir estranho. Andy e Ryan foram se aproximando e a amizade crescendo a cada dia mais.
O ano letivo acabou e as férias começam como em todas as escolas. Tudo é sempre o mesmo nas férias todos se separam e viajam até as aulas começarem.
Um novo ano letivo começa e dessa vez a timidez de Ryan da lugar a uma curiosidade, será que Andy e Sandy estarão na mesma sala que ele? Essa era sua maior preocupação. Chegando na escola a primeira coisa que ele foi ver era a sala onde ia ficar e sua turma, e lá estava elas, suas amigas, e era nítida sua felicidade. Assim continuou ate o fim do ano. Na 6ª serie Ryan e Andy se separaram, Ryan teve que se mudar de turno e foi para manha e Andy continuou a tarde, mas Sandy continuou ao seu lado. No ano seguinte voltou tudo ao normal, os três estavam juntos de novo. Assim foi ate a 8ª serie, Ryan e Andy conheceram pessoas novas, amizades novas, amores novos e tudo entre eles continuavam.
No fim do ano que eles ficaram triste começar no ano seguinte em uma nova escola o ensino médio, mas eles não queriam se separar. Então a noticia mas legal que eles receberam foi que iam estudar no mesmo colégio.
o ensino médio eles estudaram no mesmo colégio mas sempre em turma diferentes. Eles mesmo em salas diferentes tinham um laço especial, não sabem como explicar mas ambos sentiam quando o outro precisava de ajuda e assim a sua amizade se fortalecia a cada dia mais.
Assim chegamos ao fim do ano de 2010, Ryan sentado em sua sala de manha esperando dar a hora para que vá encontrar Andy para comemorarem o réveillon juntos, um novo ano começa e com ela a renovação de votos de amizades deles.
- 5, 4, 3, 2, 1! Feliz ano novo!
- Que nossa amizade continue pra sempre, e que você me ature por mais 10 anos – Diz Ryan.
- Seu bobo é claro que vou te aturar eu te amo, feliz ano novo! – Diz Andy aos gritos.

domingo, 30 de janeiro de 2011

War Life


Num dia calmo Ryan procura seu amigo Erus pra ser seu psicólogo e tentar intender algumas coisas que andam acontecendo em sua vida.
Erus sempre atento faz uma analogia com tudo que o Ryan falou.
cara tua vida é um jogo de WAR com 3 etapas a conquista de territórios, a guerra fria e a monarquia.
1º A Conquista
ela é algo fácil, para todos fazer aliança com países sempre divertidos, pois as estratégias usadas são as, mas variadas possíveis.
2º A Guerra Fria
essa é a pior ela reflete dentro de seu próprio país, onde todo cuidado é pouco nunca se sabe o que pessoas que sempre lhe demostrou uma coisa possa te trair por pouco.
3ª A Monarquia
ela é uma coisa estranha de entender, pois o soberano que vai comandar um reinado dentro do principado que existe dentro dos seus pais é eleito em outras terras, o monarca vem de uns pais que é aliado em suas conquistas.
sem entender muito a analogia o Ryan pergunta o que o WAR tem haver com a vida dele e Erus continua.
 “bom assim meu caro, nas suas ‘conquistas’ esta havendo conflitos de interesse, alguns aliados seus esta tendo problemas em manter o trato com você, pois eles mudaram suas ideologias, o pais onde tu tinhas, mas confiança esta numa guerra sem logica e por pouco te trai sem saber”
Ryan começa a intender sobre a WARLIFE que o Erus tanto fala.
 “cara também tem a monarquia que tu tanto elege monarcas que no fim são fracos para governar um país inteiro, nenhuma rainha esta tentando subir ao poder, pois não consegue requisitos para isso, tu esta num período onde 3 reis passaram e deixaram um rombo econômico que esta difícil de superar”
Erus continua
 “tenho medo ate aonde essa guerra vai levar o seu mundo, espero poder estar sempre do seu lado”
Ryan emocionado abraça Erus.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Carpe Diem EruPi: Futuro


Passamos o ano todo estudando e sempre querendo termina o colégio, mas quando tudo isso
acaba o que fazer? Faculdade ou trabalho? Tanta coisa e isso só pra satisfazer um ego de pessoas que no fim não ajudaram em nada.
Como decidir sobre que faculdade fazer, que profissão seguir, sobre o que fazer pro futuro, sem ser pressionado por alguém? Essa questão tem que ser pensadas e analisadas com calma, por cada um, no final de tudo só você saberá o que é bom ou ruim pra si.
Seguir um sonho maluco é bom só se tu tiveres estruturas pra isso, pois não é todo mundo que consegue chegar ao fim vitorioso, mas não cabe a ninguém julgar o que é certo ou errado, cada um sabe seu limite.
Fico às vezes pensando como vai ser o meu futuro, e tenho medo de tudo que eu sonhar não conseguir realizar. Tenho medo de meus sonhos serem muito grade pra mim. Tenho esperança e só com ela mesmo pra continuar sonhando no fim espero que possa escrever que deu tudo certo.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Amor Platônico



O amor platônico, todo romântico sabe, é aquele que nunca se concretiza. "Platônico" vem de Platão, justamente porque o filósofo grego acreditava na existência de dois mundos -o das idéias, onde tudo seria perfeito e eterno, e o mundo real, finito e imperfeito, mera cópia mal-acabada do mundo ideal.
Segundo a psicanalista Heidi Tabacof, o amor platônico revela uma dose de imaturidade emocional, à medida que nunca experimenta os limites e as frustrações de uma relação concreta. "Psiquicamente, ele reproduz o amor infantil pelos pais, vistos como figuras perfeitas e supervalorizadas", diz ela, lembrando que nos dois casos a sexualidade está interditada. "O amor platônico é sempre casto." Como toda experiência amorosa, essa também pode servir ao autoconhecimento. Para a especialista, "o aspecto positivo do amor platônico surge quando ele estimula a reflexão sobre os motivos que impedem a pessoa de ter uma relação madura consigo mesma e com o outro".
Como pode Ryan ser apaixonado por Andy por tanto tempo? Pow parece até piada quando Ryan fica com ciúmes da Andy. Ciúmes bobo, amor bobo, cara como pode pensar nela como a mesma intensidade depois de tanto tempo. Ai Ryan o tempo muda você cresce mais continua o mesmo bobo apaixonado, o pior de tudo é que a Andy sabe e não faz nada para mudar isso. Se pelo menos ela desse uma única chance para ele.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sonho de uma noite de verão - G7



Diário de Ryan

*Domingo-01-01-2006
Acordei hoje feliz, tudo novo, mas como todo ano tive um almoço chatissimo com minha família. Quase não vi meus amigos, porém algo me alegrou logo quando acordei, melhor fui acordado por isso, Gui e ligou todo romântico só para ser a primeira pessoa a me dar “bom dia” no, disse que era para dar sorte durante o ano todo.
*Quinta-05-01-2006
O dia passou tão rápido ultimamente que nem sei ao certo o que esta acontecendo comigo só sei que hoje foi perfeito, meio desajeitado Gui tentou fazer uma surpresa me levou para um jantar romântico, não deu muito certo, mas eu adorei a tentativa
*Sexta-13-01-2006
Acordei de novo com meu telefone tocando e quando fui atender era ele, sua voz estava rouca por causa da gripe, ele disse bom dia e continuou com uma noticia triste, falou que não poderia me ver, e esse foi o pior dia do verão.
*Segunda-16-01-2006
O fim de semana mais chato que já tive tinha passado, mas também né depois que conheci o Gui tudo era chato, mas hoje foi diferente ele veio até aqui em casa só para me mostrar que estava muito melhor da gripe. Ficamos o resto do dia juntos.
*Quinta-19-01-2006
Hoje só pude ficar com o Gui durante 4 horas, mas foi perfeito fomos ao cinema porem nem prestei atenção no filme, fiquei só escutando os batimentos do Gui e aquilo era tudo para mim.
*Domingo-29-01-2006
Percebi que o verão esta acabando para mim, Gui ficou comigo quase que o dia inteiro comigo para me alegrar.
*Sábado-04-02-2006
Hoje acordei e fiquei meio abatido, cada dia que passa percebo que fica mais perto de perde o meu amor, o meu Gui.
*Terça-07-02-2006
Gui me telefonou para encontrar ele lá na praça fui até ele. Ele me fez uma surpresa me deu uma trufa de chocolate e disse: “Bah guri, meu guri sabe o porquê disso? É por que EU TE AMO guri”
Eu achei aquilo tão lindo que durante a noite quase não dormir direito.
*Quarta-22-02-2006
O verão esta acabando e o ano letivo esta preste a começar e eu sei só de uma coisa eu amo o Gui e vou ter que ficar longe dele. Amanha é meu ultimo dia com ele, vou aproveitar essas ultimas horas e só ficar feliz de estar com ele.
*Quinta-23-02-2006
Ultima vez que vou estar com ele ultimo beijo que vou dar no Gui, tenho que ir até ele para me despedir.
*Sexta-24-02-2006
Ontem eu me despedir do meu Gui, nem conseguir escrever ontem chorei muito, mas estou melhor, feliz por ter conhecido ele.
EU TE AMO GUI.
-
E assim o sonho acabou, Ryan acordou do seu lindo verão.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O novo Ryan



udo começou quando ele fez 15 anos, seus desejos e sonho não eram os mesmo. Mudava de humor constantemente e não sabia nem o porquê daquilo.
Começou há sair um pouco com seus amigos e isso ajudava a amenizar seus conflitos. Com a chegada do fim do ano letivo Ryan pensou que ia acabar seus pesadelos.
Dezembro mês do começo da “liberdade”, Ryan viu oportunidades para poder se distrair. Ralf seu melhor amigo o chamou para uma festa de rua e mesmo sem muita disposição para sair Ryan foi. Dançou, bebeu e se divertiu isso era tudo que ele precisava, então foi ai que ele teve uma surpresa Ryan viu uma belíssima menina, uma menina alta com cabelos longos e castanhos claros, ela era tão bonita que parecia que era uma ilusão.
O interesse por aquela menina era tamanha que Ralf queria conhecê-la. Ralf então perturbou Ryan para que fosse até ela para conversar e tentar fazê-la ficar com Ralf. Ryan era tímido, mas com tantas mudanças ele foi até a menina perfeita e tentou uma conversa. Meio que num relâmpago para que não se atrapalhasse Ryan disse um oi, ela educadamente respondeu.
O silencio era constrangedor Ryan tentou falar de novo.
- Ryan: Tudo bem?
- Menina: Sim, tudo ótimo.
- Ryan: Gostando da festa?
- Menina: Ah, É legalzinha.
- Ryan: Está aqui sosinha ou acompanhado?
Meio errado e atrapalhado na pergunta, mas quando se deu conta já tinha feito.
- Menina: Não, estou com ele.
E num sorriso tímido a bela menina apontou com os olhos um menino loiro, alto, forte, meio queimado de sol, olhos claros acho que verde acinzentado, sorriso contagiante e com um corado na bochechas que era natural. O belo rapaz olhou para Ryan e acenou com a cabeça. Ryan ficou paralisado, não sabia o que fazer será que era medo? Constrangido com a relação Ryan se afastou do casal e foi ao encontro de Ralf.
Ralf quando olhou o garoto ficou até com raiva por não poder ficar com a garota, mas também acompanhada do loiro ela não teria olhos para ninguém. Uma coisa inesperada ocorreu depois de uns minutos o casou de belos foi até o Ryan e Ralf e perguntou:
- Menina: Podemos ficar aqui com vocês? A gente não conhece ninguém aqui e você parece muito legal, gente boa. Podemos?
Ralf olhou para Ryan como se implorasse para deixar e então Ryan disse:
- Ryan: Todo bem vocês são legais. - disse isso e sorriu.
- Menina: Ah! Valeu. – sorrindo.
- Ryan: Por nada. Mas assim você disse que não são daqui né?!
- Menina: É! Estamos passando as férias aqui.
- Ryan: Pow! Nem me apresentei. –disse isso meio assustado- Meu nomer Ryan
- Menina: Verdade! Prazer o meu é Nanda e do meu irmão é Gui.
Aquela frase era uma surpresa maior, um sopro de esperança, algo que deixava Ryan feliz. Quando Ryan foi aperta a mão do Gui ele ficou nervoso e não sabia o que fazer, era tudo novo aquilo que parecia mentira que nada estava acontecendo.
- Ryan: Prazer conhecê-los.
- Gui: Digo o mesmo. - falou num tom meio rouco.
A troca de olhares entre Gui e Ryan parecia durar uma eternidade, Continuaram a conversa para descontrair. Ryan olhou o relógio e percebeu que tinha que era tarde.
- Ryan: Pow! Gente tenho que ir, esta tarde.
Começou a se despedir de seus amigos e quando foi falar com o casal de novos amigos ficou constrangido.
- Nanda: Ah! Nos também temos que ir, mas adorou conhecer vocês, podíamos marcar alguma coisa depois – disse isso numa esperança na voz.
- Ryan: pode deixar, pega o meu celular e a gente marca.
- Nanda: Tá! – dá uma pausa e olha para Gui e volta a falar com Ryan - Ryan você vai para qual sentido?
Ryan sem entender a pergunta no momento respondeu meio em duvida.
- Ryan: Vou pro lado do CP.
- Nanda: Ah! Que bom assim podemos ir juntos. - falou num tom um pouco quanto entusiasmado.
- Ryan: Sério?! Vocês estão hospedados onde? Ali perto?
- Nanda: estamos hospedados num apart. ali por perto, umas duas ruas do CP.
Ryan ficou feliz com a noticia de ficar por mais alguns minutos ao lado da Nanda. Foram caminhando devagar pelas ruas e chagaram ate o apart. que o casal de irmãos estava hospedado, o apart. era caminha pra casa de Ryan.
- Nanda: Estamos hospedados aqui!
- Ryan: Sério?! Que legal eu moro a duas ruas daqui é pertinho.
- Gui: Serio?! Então quer que a gente te acompanhe até lá? É perigoso andar sozinho.
- Ryan: Não precisa é perto.
- Nanda: Ah! Deixa de besteira estamos em dois então vamos te levar até a sua casa se é perto pra te proteger assim fica mais seguro.
Então sem querer aceitar muito mais já sendo obrigado Ryan é acompanhado pelos irmãos. Quase chegando a sua casa Nanda diz:
- Pow! Vou ali naquele bar para comprar alguma bebida porque estou com cede me esperem aqui.
Ela foi até o bar e enquanto isso Gui ficava olhando Ryan sem falar muito.
- Ryan: Será que ela vai demorar? –meio impaciente para sair do constrangimento
- Gui: Pow! Relaxa já que ela volta –sorriu – você esta cansado né?! Quer chegar logo em casa pra descansar né?!
- Ryan: Nem é muito isso. – olhando pro Gui ele começou a ficar corado.
- Gui: Cara vou ser meio bobo falando mais achei você um cara legal e bah – falou meio timidamente e chegou um pouco mais perto.
- Ryan: Ah! Obrigado você é gentil de falar isso –rindo – mas eu adorei conhecer vocês.
- Gui: Cara desculpa. –fica constrangido – às vezes eu...
- Ryan: você?
- Gui: É que eu sinto vontade de fazer algumas coisas meio malucas - chega mais perto de Ryan.
- Ryan: Como o que, por exemplo? –não entendendo muito bem a situação.
- Gui: Tipo pular de asa deltas e... – para e olha para os olhos do Ryan – deixa quieto.
- Ryan: Tudo bem - sorrisos.
- Gui: Posso te fazer uma pergunta pessoal? – olhando Ryan curioso.
- Ryan: Pode sim – olha nos olhos de Gui.
- Gui: Assim nada contra, mas você é gay?
- Ryan: Ah! Por que sempre me perguntam isso? Não, sou hétero –fica meio bravinho só que passa rápido – não ligo por perguntarem isso sempre falam a mesma coisa - sorrindo.
- Gui: Desculpa pela pergunta - fica corado e se aproxima – mas Ryan é que eu fiquei afim de você.
Aquela frase pareceu no começou assustadora, mas Ryan ficou paralisado e nem sabia o que fazer, não sabia se era medo de que acontecesse algo ou era curiosidade pra saber ate onde aquela conversa iria.
- Ryan: Como assim Gui?
Gui encurrala o Ryan na parede e olha nos olhos dele e diz:
- Você confia em mim?
- Ryan: Acho que s...
Antes que Ryan respondesse Gui deu um beijo nele. O beijo começou desastrado e nervoso. Ryan estava tremendo e não sabia o que fazer tentou abrir os olhos só que não conseguia. Começou a tomar forma de um beijo depois de segundos, Ryan colocou sua mão direita na nuca de Gui e sua mão esquerda ficou apoiada no peito do loiro. O coração continuava disparado e começou a dar uma falta de ar. Ryan empurrou de leve o Gui e parou de beijar-lo, Gui olhou para Ryan todo satisfeito que conseguia o que cobiçou durante a noite toda. Ryan olhou aquela situação toda e começou a rir, uma crise de risos que não passava.
- Gui: Me desculpa não foi minha intenção perdão – olhando para o Ryan todo preocupado.
- Ryan: Pow! Quem tinha que pedir desculpas era eu por isso.
- Gui: Cara sei que não é a tua, passei dos limites foi mal.
- Ryan: Gui! eu gostei. – olhou nos olhos e sorria.
- Gui: Serio?! É que você começou a ri eu achei – olhando nos olhos de Ryan – mas é serio isso gostou mesmo?
- Ryan: Não sei mais o que eu sou, mas eu gostei de te beijar me sentir feliz.
- Gui: Então...
E se aproximou e deu outro beijo e dessa vez muito mais tranquilo. O beijo parecia tão romântico que, o que foi coisas de minutos parecia que o tempo parava e duravam horas. Nanda chegou olhou a cena e gritou:
- Sabia que vocês iam dar certo.
Todos riram. O Gui continuou e abraçou Ryan.
- Gui: Adorei te conhecer você foi à melhor coisa que me podia acontecer nessa viagem.
Ryan ficou bobo com aquilo tudo não sabia mais o que pensar, era tudo tão novo. Ryan chegou a casa depois de um tempo, mas a cena do beijo ficava se repetindo na sua cabeça, tomou banho e se deitou para dormir, mas a cena não saia da sua cabeça ficou parecendo coisa de filme. Ryan quase não dormiu direito, mas o pouco o fez ficar feliz e uma certeza ele sabia, ia encontrar Gui de manhã e o sonho continuaria.

sábado, 23 de outubro de 2010

Avassaladora Mell



Estudante brilhante, filha perfeita e amiga ideal essas são qualidades que sempre temos que destacar quando falamos de Mell.
Sempre ligada nas redes sociais ela tem vários amigos. Sua melhor amiga é a Duda com quem sempre troca segredos. Numa de suas aventuras na net ela conheceu Icaro melhor amigo de Fred. Dias inteiros de conversa e a paixão arrebatadora os alimentavam. Como é possível Mell está sentindo algo que nunca sentira? Algo novo que mexia com ela, a deixava feliz, mas isso era bom né?! Assim foi o que todos pensávamos.
O namoro começou meio que de brincadeira, um faz de conta que ficava mais real a cada dia, isso mexia e mudava a Mell. Sorri de manha e chorar a noite isso começou a virar rotina para ela. Mas por que chorar se esta feliz? Isso era o que a Mell se perguntava todas às vezes.
O romance e o conto de fadas continuava, a felicidade era visível e assim Icaro se abria e confessava seus segredos e medos mais e mais, Mell gostava dessa confiança, só que isso tudo era apenas virtual, uma ilusão real, sentimentos foram expostos, mas nada físico isso perturbava Mell.
Duas vidas estava acontecendo no momento no mundo real, físico Mell continuava sua rotina de treinos e estudos, mas no mundo virtual tudo era diferente, um namoro, um relacionamento que ela se entregava a cada dia mais. As constantes mudanças de “vida” faziam Mell ficar deprimida.
Sua vida social começou a afetar seu humor, seu relacionamento com Icaro estava tão intenso que ela não tinha animo para ficar com ninguém realmente. A depreção começou a se tornar sua melhor amiga, nela Mell passou a confessar seus temores. Duda ficava cada vez mais preocupada e se sentia frustrada por não poder fazer nada.
Com força e ajuda Mell começou a reagir, saiu de algumas rotinas e entrou em outras, mas continuava sai vida dupla. Não queria deixar de gostar e “namorar” Icaro, pois ele a fazia feliz mesmo que a distancia a machuca se todas as noites.

(continua)